No Dia da Memória (11 de novembro), o presidente-fundador da franquia de cursos SUPERA, Antônio Carlos Guarini, falou sobre ginástica cerebral e memória na Rádio Globo. O bate-papo esclareceu muitas dúvidas para quem não sabia dos benefícios desta prática.
Segundo ele, há alguns anos, acreditava-se que o cérebro não podia se desenvolver. Mas hoje vários estudos já provam o contrário. Quanto mais o cérebro se desenvolve, mais saudável ele fica.
Ao ser questionado pela repórter sobre jogos como palavras cruzadas, por exemplo, Antônio Carlos ressaltou que a base do exercício cerebral é tirar a mente da zona de conforto.
Então embora fazer palavras cruzadas seja uma atividade saudável, é necessário sair da rotina e experimentar outros exercícios, senão o cérebro se acostuma e não se desenvolve completamente.
Estimular o cérebro é um dos melhores remédios para uma boa memória. Mas, como lembrou a repórter da rádio, tem gente que quer mesmo é esquecer alguns acontecimentos. Será que já existem técnicas para nos fazer esquecer daquilo que não queremos lembrar.
Segundo Antônio Carlos, a neurociência estuda o assunto mas ainda não encontrou resposta para isso. O que se sabe até hoje é que é possível exercitar a inteligência emocional. É preciso fazer uma busca de conhecimento interior para se liberar das lembranças negativas. “Na medida que você consegue elaborar internamente essa questões, acaba esquecendo”, explica.
O empreendedor da franquia de cursos também falou sobre a questão da idade certa para exercitar o cérebro. Na rede, o aluno mais novo tem 5 anos, enquanto o mais velho completou 101 este ano.
A ginástica do cérebro funciona para todas as idades, principalmente para os idosos que querem preservar o cérebro.
Existem estudos mostrando que a prática pode retardar o aparecimento de doenças degenerativas em torno de 5 a 20 anos, “o que é maravilhoso em termos de qualidade de vida”, diz ele.
Para ouvir a entrevista na íntegra, acesse http://supera.la/Gv