
A aplicação do Método SUPERA de ginástica para o cérebro nas escolas vem se ampliando em todo o Brasil e, com isso, cresce também seu espaço na mídia. Neste mês, o Projeto Neuroeducação, foi destaque em uma matéria publicada pela Istoé na internet.
A reportagem é de autoria da agência de notícias Estadão Conteúdo e apresenta a ginástica para o cérebro como opção para manter a mente ativa mesmo diante das facilidades que a tecnologia proporciona no nosso cotidiano.
A professora de matemática Maria Cristina Quaglio está de acordo. Ela leciona no Colégio Irene Bargieri, em Peruíbe (SP), e é responsável pela aplicação das aulas do SUPERA na instituição, que adotou o método no início deste ano.
Ela conta à reportagem que o maior benefício das aulas foi ver alunos que iam mal em algumas disciplinas ganhando confiança.
Esta é apenas uma das habilidades desenvolvidas pela franquia de sucesso, que também melhora a concentração, foco, raciocínio, memória e criatividade, fazendo com que o aluno evolua em todas as disciplinas.
Para Rogério Chaparin, professor do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino de Matemática (Caem) da USP, métodos como a “ginástica cerebral” são positivos, sobretudo para crianças, desde que elas não sejam pressionadas a apresentar resultados rápidos.
O Projeto Neuroeducaçao pode ser implantado em escolas particulares ou redes públicas de ensino e já está presente em 18 cidades em todo o Brasil.
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